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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ODE A REPETIÇÃO

, e meu coração ferve por sonhos, anseia por libertação
 E não tem paciência para rimar nada
Já falei nada no início mas vou falar de novo
Porque nada vai me impedir de repetir palavras
E meu coração ferve por novidades
E vou reproduzir as novidades repetindo palavras
Porque nada vai em impedir de rimar novidades
e vou reproduzir os sonhos repetindo libertação
porque na tenho paciência para nenhuma novidade
porque no fim elas sempre se repetem
como as palavras que fervem em meu coração
já falei coração no início ,mas vou falar de novo
porque nada vai me impedir de ansiar por libertação
porque no fim eu sempre rimo novidades
e nao tenho paciência para nenhuma libertação
e vou reproduzir as palavras repetindo o coração
que anseia por rimar nada, mas no fim ele sempre se repete
como as rimas que se libertam de dentro da minha paciência
porque nada vai me ansiar de reproduzir novidades repetidas
e nao tenho falado no início nada diferente do fim
como a paciência repete a ansia do coração de fervilhar
porque no fim sempre anseio por liberdade
e nao tenho paciencia para nenhuma repetição
como as rimas que anseiam por libertação
já falei novidades no início, mas vou falar de novo
porque a paciencia sempre anseia por novidades
e nao tenho falado no fim nada diferente do início
e a libertação vai se repetindo nas rimas
mas como nao tenho paciencia para rimar nada
nem para por acentos na paciencia
nem para botar til nos naos
nem pontos finais nem letras maiúsculas
porque nao sonho com paciencia nem com libertação
e nao tenho ânsia de rimar nada, nem as novidades
e o fim será diferente do início, só por causa disso :

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