Na Terra deixarei saudade
E levarei felicidade
Nas redes tristes dessa vida
Só pescava desilusões
Mas as escamas o pessimismo caíram
Na alegria dos versos do coração
Pois qual peregrino perdido na damasco da desesperança
Reencontrei a luz infinita nas metáforas da alma
E a cegueira do ambiente interior se desfez
E a imensidão do espírito me trouxe a calma
Antes como Dante, venerava beatriz, meio humana, meio divina
Hoje com suas lições em devoto aos mil nomes que se encontram esparsos pelo livro maravilhoso da vida.
Antes a doença física em contato com a fria água da depressão
Depois a cura definitiva, navegando no oceano dos sentimentos excelsos, com o barco inafundável das palavras, notas divinas da harpa dos sentimentos divinos.
Primeiro, o som ruidoso da limitação
Por último, a sublime melodia da ascensão
De início, atração humana
No final, adoração espiritual
E mesmo que a morte corroa o corpo perecível, minha alma literária para sempre viverá, nos versos que encantam a consolam, assustam e tocam, revoltam e riem, embriagam e choram
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