AGUILHÃO DO AMOR
Minha alma se encontra deserta,
Os pés estão feridos da caminhada de dor
O que é a vida ? Sucessão de sofrimentos ?
Onde está o consolo ? O aconchego do amor ?
Preciso libertar-me dos espinhos de dentro
Que ferem sem cessar as sementes da esperança
A tristeza invade, a revolta brota
Só sinto tempestades, e não vejo a bonança
Minha mente está exausta, os pensamentos em amargura
Meu coração está cego, a escuridão tortura
Mas......
Enxergo com a alma a beleza da vida
O velho orgulho já não sobrevive
O sol da humildade me aquece o coração
As pedras de outrora já não servem para ferir
Construo sobre elas o templo do perdão
Esqueço o passado, o presente é trabalho
E meu futuro brilhará com a luz da perfeição
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