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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

AGUILHÃO DO AMOR

AGUILHÃO DO AMOR


Minha alma se encontra deserta,

Os pés estão feridos da caminhada de dor


O que é a vida ? Sucessão de sofrimentos ?

Onde está o consolo ? O aconchego do amor ?


Preciso libertar-me dos espinhos de dentro

Que ferem  sem cessar as sementes da esperança


A tristeza invade, a revolta brota

Só sinto tempestades, e não vejo a bonança


Minha mente está exausta, os pensamentos em amargura

Meu coração está cego, a escuridão tortura



Mas......





Enxergo com a alma a beleza da vida


O velho orgulho já não sobrevive

O sol da humildade me aquece o coração



As pedras de outrora já não servem para ferir

Construo sobre elas o templo do perdão


Esqueço o passado, o presente é trabalho

E meu futuro brilhará com a luz da perfeição





























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